Escucho el silencio del tiempo que pasa _ escuto agora o silêncio, me quedo con él y en él, entro en las letras y en los números _ atravesso letras e números, embalo e calo _ las callo y los cuento, busco el prodígio de la relación constante _ afloro o prodígio da relação constante, a assombrosa claridade do silêncio, o encontro transparente da verdade _ el asombro cintilante de la vida ____ SOY pi & phi _

7/5/09










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Sei que escrevo na água,
mas não me importa,
porque sei que escrevo.

Vou no río,

sou nele,
não o explico,
não o defino,

não o crio,

simplesmente vou no fluir.


Sombrio eu,

meu rastro não tem intenção de sê-lo,
como o río não a tem e, se é río,
o é porque vou nele,

por não ser assim nem río seria,

como eu não seria sem o río.


E tu,
que olhas desde a margem,


desde fora da escrita,

somente achas ver um fantasma,
um pássaro morto na água,
uma alma perdida,

sem saber em nenhum momento

que eu estou ali.

Mas não me importa,

porque sei que escrevo na água

e porque sei que tu es em mim.


(Ilustraçao: ALBERTO VÁZQUEZ)






1 comentario:

in_side dijo...

escrevemos sempre

na água.

de mim

receio

criar

guelras

e

coaxar

de finitiva mente,

( é o meu

maior

medo,




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