Escucho el silencio del tiempo que pasa _ escuto agora o silêncio, me quedo con él y en él, entro en las letras y en los números _ atravesso letras e números, embalo e calo _ las callo y los cuento, busco el prodígio de la relación constante _ afloro o prodígio da relação constante, a assombrosa claridade do silêncio, o encontro transparente da verdade _ el asombro cintilante de la vida ____ SOY pi & phi _

29/12/09
























Sinto o que sinto,
sem justificação nem raciocínio,
sem interesses nem sentido da propriedade,
sem explicações nem mentiras.





Assim,
se sinto o substantivo feminino da doçura
numa mulher fragilizada e inteiriçada de frio,
atacada sem saber defender-se na procura de defesa,
tentando escolher a sua própria escolha,
por muito abécula que a mulher seja,
sinto assim.





O analise da situação,
que implica raciocínio,
justificação,
interesses,
propriedades,
explicações…
pode dar sentido a mesma
(coisa boa para a sua solução)
mais o sentido não é o sentimento,
e eu não sinto com sentido, já dizem,
sinto o que sinto,
ainda que não serva para nada.








2 comentarios:

~pi dijo...

o que não serve de nada pode ser caminho,

convém que seja de apoio

por vezes ouvir

olhar

e mesmo saber, sentir,

não basta,

[ e porém há mais força

convicção e discernimento

do que imaginamos à

primeira vista

na mais aparente

fragilidade




~

pi&phi dijo...

`


O que não serve de nada não serve de nada, mais é, como as palavras.

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