Escucho el silencio del tiempo que pasa _ escuto agora o silêncio, me quedo con él y en él, entro en las letras y en los números _ atravesso letras e números, embalo e calo _ las callo y los cuento, busco el prodígio de la relación constante _ afloro o prodígio da relação constante, a assombrosa claridade do silêncio, o encontro transparente da verdade _ el asombro cintilante de la vida ____ SOY pi & phi _

23/2/09






Esta flor preta que é mais que uma clara escuridão,

que é a tinta das letras do luto da palavra.









Esta flor marrom que é a terra que tenho,

que é o caminho ao lado do vento que flui.








Esta flor salmão que vive pelo água da vida,

que é o retorno à fonte onde nasce o río.









Esta flor vermelha que é o sangue que vou sangrando,

que é também o sangue que não posso sangrar.





Estas flores não são minha vida,

não são a poesia,

nem as cores,

nem o tempo de crescer.

Estas flores não são nada se não as posso esquecer.

1 comentario:

in_side dijo...

talvez uma semente de tulipa seja a única flor real que me ocorre,

eu uma tulipa vermelha, pequenina, cheia de espantos, a crescer numa manhã de sol, dentro dum frágil corpo matinal (

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