Escucho el silencio del tiempo que pasa _ escuto agora o silêncio, me quedo con él y en él, entro en las letras y en los números _ atravesso letras e números, embalo e calo _ las callo y los cuento, busco el prodígio de la relación constante _ afloro o prodígio da relação constante, a assombrosa claridade do silêncio, o encontro transparente da verdade _ el asombro cintilante de la vida ____ SOY pi & phi _

17/2/10








~







circular











assustados olhos vermelhos entrançando a
tarde

um qualquer balde vazio onde mergulhe o

deserto

,de nós eu, carta em baralho












1 comentario:

El poeta que nunca existió dijo...

Sempre somos cartas em baralho, nao há otra hipotese, por muito que nos misturemos com outras.

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